26.9.17

feliz ano novo

Não é a primeira vez que falo disto. Para mim o ano tem início quando terminam as férias de Verão. É nesta altura que faço planos, traço metas e faço um rascunho do futuro que desejo desenhar. É uma espécie de final de ano. Mas sem frio, espumante nem doze passas que se comem enquanto se pedem outros tantos desejos. Há muito que me habituei a isto. Por isso, feliz ano novo para todos.

16.9.17

óculos são coisa de ceguetas e pitosgas

A minha mãe usa óculos. Tal como o meu pai. Felizmente, nunca precisei de utilizar óculos. Nos exames que fiz até hoje, tudo está ok. Se fizer uma viagem aos tempos em que era mais novo, usar óculos era um pesadelo. "Caixa de óculos" e "quatro olhos" são apenas duas das alcunhas com que as crianças eram brindadas. E que eram um tormento para quem tinha de usar óculos. Não sei se ainda hoje é assim. Mas no meu tempo era. E as crianças conseguiam ser bastante más para aquelas que tinham necessidade de utilizar algo que a maioria não usa. Neste caso, óculos.

Esquecendo a minha infância e centrando-me no presente, os óculos deixaram de ser um objecto do demo para passar a ser algo ligado à moda. Parece mesmo um acessório que marca uma posição. Passou-se do receio de usar para a moda que chega mesmo às armações que se utilizam, sem qualquer lente. Esquecendo o factor moda e olhando para a minha profissão, acabo por olhar para os óculos com outro olhar, passe a redundância.

Passo o dia a olhar para dois ecrãs. Já para não falar do iPhone ou mesmo da televisão. E sempre que entrei em lojas fui aconselhado a usar óculos. Apenas para descansar a vista. Algo que fui recusando. Sempre achei que não era necessário. Até porque faço parte daqueles que têm uma visão "perfeita". Até ao dia em que comprei uns óculos. Decidi experimentar. Usei algumas vezes, sempre em ambiente de trabalho, mas acabei por não os usar durante muito tempo. Mesmo andando com eles diariamente.

Até que voltei a ser aconselhado a usar óculos. "Mas já tenho uns e não uso", expliquei. Foi nesta altura que me falaram das lentes Eyezen, criadas pela Essilor. E que são ideais para aquilo que considero geração digital. Leia-se pessoas como eu, que passam muito tempo a olhar para ecrãs de computador, tablets e smartphones. E, mais uma vez, para pessoas como eu, ou seja, aqueles que não precisam de usar óculos. Confesso que nunca olhei para os óculos como o inferno na terra. Até porque sempre vi os meus pais de óculos e sempre acreditei que seria uma questão de tempo até ter de usar. Mas também confesso que me "assusta" a quantidade de horas que passo em frente a um ecrã. E quando não é este é o telemóvel, o fiel companheiro do café depois de almoço. Pesando isto tudo, decidi uma nova oportunidade aos óculos.

15.9.17

mudei de nome

o poder de uma marca

Poucas marcas conseguem atingir o patamar da Apple. Marca que tem milhões de fãs em todo o mundo. Que juntam dinheiro para comprar as mais recentes novidades da marca da maçã. E que até dormem na rua, se necessário, para serem os primeiros a comprar o gadget mais recente. Isto tem muito de mérito. Pois o mais complicado para uma marca é atingir este nível. Sem quedas acentuadas de popularidade.

Este poder é de tão grande dimensão que as pessoas acabam por olhar para os produtos da marca, neste caso a Apple, como um dádiva divina. Veja-se o mais recente caso dos novos iPhones. É a loucura. Partilham-se publicações. Todas as pessoas querem saber as inovações dos modelos. O que é novo. O que faz e acontece. Este é mais um exemplo da força que a Apple consegue ter.

Tenho visto muito mais pessoas "loucas" com os novos iPhones do que "lúcidas". E estas últimas são aquelas que comparam aquilo que o telemóvel faz com aquilo que outro, já existente no mercado, também faz. Neste caso falo da Apple e da Samsung. Mas existem exemplos de outras marcas que conseguem provocar tal efeito nas pessoas. Não são muitas as marcas que o conseguem fazer. Nem são muitas as pessoas que conseguem a tal lucidez de comparação.

13.9.17

ir a tribunal

Estive a ver o vídeo de Cristiano Ronaldo a ser interrogado num tribunal de Madrid devido às acusações de fuga ao fisco. Primeiro começo por dizer que passei a admirar ainda mais o homem. Porque quanto ao jogador pouco pode ser dito. Gostei da forma como respondeu às questões e como falou das limitações que tem e que quase todos temos.

Mas aquilo que mais destaco não é isso. É a forma como as pessoas são interrogadas. As perguntas são feitas até à exaustão. Repetem-se as perguntas. Nunca se contentam com a resposta. Insistem, insistem, insistem e voltam a insistir.

E destaco isto porque acho que é muito fácil que uma pessoa acabe por dizer algo que não quer. Tudo é levado nesse sentido. Parece que o objectivo é confundir a pessoa ao maximo. O que faz com que qualquer inocente possa dizer algo que não quer dizer.

Para quem não viu o vídeo, recomendo vivamente que o façam. Principalmente as pessoas que não gostam do homem. Dará uma visão diferente daquilo que é.